O QUE É INFARTO DO MIOCÁRDIO

O QUE É INFARTO DO MIOCÁRDIO O infarto do miocárdio é consequência da obstrução de uma artéria coronária por um coágulo de sangue sobre a placa de gordura que estava em sua parede, impossibilitando assim, que uma quantidade suficiente de sangue chegue até aquela área do músculo cardíaco. Esta porção do músculo cardíaco sofre um processo de morte celular e necrose, podendo levar à morte súbita ou à insuficiência cardíaca que acarreta limitações físicas até a recuperação do quadro clínico. No Brasil, segundo estimativa do Ministério da Saúde, ocorrem cerca de 300 mil infartos por ano, provocando cerca de 90 mil mortes anualmente. Muitas mortes ou sequelas irreversíveis poderiam ser evitadas, se o infartado recebesse os primeiros socorros de maneira adequada e tivesse a sua artéria coronária desobstruída por medicamentos (trombolíticos) ou através da angioplastia coronária o mais rápido possível. Esta última é altamente efetiva e se caracteriza pela desobstrução mecânica através de cateteres. Fatores de risco Dentre os fatores de risco que podem levar uma pessoa ao infarto estão o diabetes, o tabagismo, a hipertensão arterial, histórico familiar de problemas coronarianos, alto índice de colesterol, sedentarismo, obesidade, ansiedade e o estresse emocional. Tabagismo Há cerca de 1,2 bilhão de fumantes no mundo. No país são 30,6 milhões. 5 milhões de pessoas morrem por ano por doenças causadas pelo cigarro, sendo 80 mil no Brasil. 1/4 dos fumantes experimenta o primeiro cigarro antes dos dez anos. Dos seis tipos de câncer que podem provocar mortes no Brasil, metade deles (pulmão, colo de útero e esôfago) tem o cigarro como um dos fatores de riscos. Colesterol As altas taxas de colesterol são um problema que atinge 40% da população brasileira, segundo o Ministério da Saúde, sendo que os estados da Região Sul têm a população com a maior prevalência do problema (24%). O colesterol é um álcool que se encontra dissolvido nas gorduras de origem animal, não estando presente nos vegetais. Sua presença em nosso organismo, importante para o crescimento de nossas células e hormônios decorre de sua produção pelo fígado (70%) e de sua entrada pela alimentação rica em gorduras de origem animal. Classificado como HDL, LDL e VLDL, segundo sua densidade, o colesterol ruim é o LDL, que em excesso e no decorrer do tempo, acumula-se nas paredes dos vasos, provocando a aterosclerose, deteriorando as artérias reduzindo ou impedindo o fluxo de sangue levando à angina e ao infarto. Já o HDL tem a função de transportar o colesterol dos tecidos para o fígado, por isso ficou conhecido o bom colesterol. Fonte: Mais clinica Últimos posts O PAPEL DA CANNABIS MEDICINAL NO CUIDADO COM CRIANÇAS O QUE É INFARTO DO MIOCÁRDIO SINTOMAS “INSIGNIFICANTES”, COMO SUOR E AZIA, PODEM INDICAR INFARTO Dormir mais de dez horas por dia eleva risco de problemas cardiovasculares Brasileiro é o segundo mais estressado do mundo Pressão Arterial-Verdades e Mitos
SINTOMAS “INSIGNIFICANTES”, COMO SUOR E AZIA, PODEM INDICAR INFARTO

SINTOMAS “INSIGNIFICANTES”, COMO SUOR E AZIA, PODEM INDICAR INFARTO Quando o coração para de receber oxigênio e nutrientes por conta da ausência de irrigação sanguínea, começa a ocorrer a morte de células do tecido cardíaco: significa que ele está sofrendo um infarto. Durante esse processo, dependendo do tamanho, da localização e do tempo que a artéria está alterada, o indivíduo pode sentir diversos sintomas que muitas vezes são pequenos, se comparados à conhecida dor no peito que automaticamente associamos ao problema. Muita gente já deve ter sentido pelo menos uma vez na vida falta de ar, palidez, azia ou ânsia de vômito. Pois esses sintomas podem estar por trás de um infarto. Segundo o doutor Marcelo Sampaio, cardiologista do Hospital Dante Pazzanese, há duas explicações para a ocorrência desses sintomas chamados “atípicos”. “Quando o músculo cardíaco sofre isquemia (falta de suprimento sanguíneo), o próprio corpo humano ter um mecanismo de compensação pelos danos que está sofrendo. Quando o cérebro percebe que o coração está funcionando de forma anormal, lança mão de mecanismos, como a liberação de hormônios, para tentar ‘resolver’ o que está acontecendo.” Um exemplo dessa tentativa de compensar explica o rubor no rosto da pessoa que está infartando. “Como alguma artéria está fechada, o cérebro manda substâncias vasodilatadoras para o organismo, o que pode atingir os vasos faciais”, explica o doutor Sampaio. Assim, mais sangue chega ao rosto e a pessoa fica “vermelha”. A falta de ar também é um bom exemplo: como o coração com artérias obstruídas não consegue bombear sangue para o corpo, o líquido acaba “voltando” e acaba atingindo os pulmões. O doutor Ricardo Pavanello, cardiologista do HCor, alerta para o fato de que cada área irrigada do músculo cardíaco tem ligação com uma função do corpo humano. “Dependendo da artéria obstruída, pode acontecer uma falência ou uma perda de função de órgãos relacionados. Quando há um entupimento da artéria coronária direita, por exemplo, ligada à área que é fonte de estímulos eletrônicos do coração, a pessoa sente náuseas, vômitos, tontura, desmaio, síncopes – uma espécie de ‘apagão’. Já do lado esquerdo, que é responsável pela irrigação do músculo cardíaco, os sintomas são cansaço, falta de ar, edema pulmonar”, explica. Quando procurar ajuda em casos de sintomas leves? É por isso que é tão importante estar atento a qualquer sinal que o corpo manda. Diabéticos, em especial, podem sofrer perda da sensibilidade à dor. Idosos e mulheres, que em geral subestimam as dores, também. Qualquer pessoa que tenha antecedente familiar com doenças cardíacas também entra no grupo de risco dos que não devem menosprezar mesmo os sintomas mais leves e aparentemente insignificantes. Mas mesmo que você não se enquadre em nenhum dos casos anteriores, fique alerta: “Qualquer mal estar, como vômitos e náuseas que durem mais de 30 minutos, devem ser avaliados por um médico”, explica o doutor Sampaio. “60% dos casos de morte acontecem uma hora após o inicio do infarto. É fundamental o atendimento rápido”. Fonte: Mais Clínica Últimos posts SINTOMAS “INSIGNIFICANTES”, COMO SUOR E AZIA, PODEM INDICAR INFARTO Dormir mais de dez horas por dia eleva risco de problemas cardiovasculares Brasileiro é o segundo mais estressado do mundo Pressão Arterial-Verdades e Mitos Hello world!
Dormir mais de dez horas por dia eleva risco de problemas cardiovasculares

Dormir mais de dez horas por dia eleva risco de problemas cardiovasculares Dormir mais horas do que o necessário traz mais riscos de problemas cardiovasculares do que dormir pouco. O alerta foi feito por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e do Instituto do Sono na última edição do World Congress on Brain, Behavior and Emotions, congresso sobre o cérebro realizado em Porto Alegre entre os dias 14 e 17 de junho de 2017. Em um dos painéis do evento, os cientistas apresentaram evidências de uma série de estudos nacionais e internacionais que identificaram os riscos à saúde associados à prática de dormir muito ou pouco. Últimos posts Dormir mais de dez horas por dia eleva risco de problemas cardiovasculares Brasileiro é o segundo mais estressado do mundo Pressão Arterial-Verdades e Mitos
Brasileiro é o segundo mais estressado do mundo

Pressão Arterial-Verdades e Mitos – [Cloned #136] Rotina agitada, pressão no trabalho, uma lista extensa de atividades para dar conta ao longo do dia, jornada que se estende com as tarefas de casa. Você provavelmente já se viu em uma dessas situações e, como resultado, se sentiu tenso e estressado. Quem se identifica com algum desses exemplos não está sozinho. O Brasil ocupa o segundo lugar em nível de estresse, ficando atrás apenas do Japão, segundo pesquisa da Associação Internacional do Controle do Estresse (ISMA-BR). Em palestra no 7º Fórum LIDE da Saúde e Bem-estar, o cardiologista Roberto Kalil Filho, diretor das áreas de cardiologia do Incor e do Sírio-Libanês, alertou para os riscos do estresse crônico para a saúde do coração, principalmente quando associado a fatores como hipertensão arterial, diabetes, dislipidemia (colesterol anormalmente elevado ou gorduras no sangue), tabagismo, sedentarismo e obesidade. Os números relacionados aos impactos impressionam. Em todo país, sete em cada 10 brasileiros sofrem com o estresse. Desse total, 30% ainda chegam a níveis mais altos e desenvolvem a chamada Síndrome de Burnout, compreendida por um estado de exaustão grave desencadeado pela atividade profissional e que acarreta em problemas físicos, necessidade de medicação e acompanhamento terapêutico. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o estresse já é um problema que atinge o mundo todo, chegando a quase 90% da população total. Apesar do estilo de vida atual colaborar com estados constantes de tensão, nosso organismo está preparado para lidar com esses quadros, seja no trânsito, em uma reunião importante ou com a bagunça dos filhos em casa, nas situações que despertem emoções fortes, desgaste, frustação ou raiva. A liberação de adrenalina e de cortisol no corpo, os conhecidos hormônios do estresse, ajuda a enfrentar essas situações. Entretanto, quando o estresse passa a ser crônico, ou seja, recorrente e sem um propósito claro, é um motivo de alerta – e um perigoso gatilho para as doenças cardiovasculares, já que traz sobrecarga nos órgãos, eleva a pressão, aumenta a frequência cardíaca e pode facilitar a arritmia. “Com o avanço da incidência de mortalidade por doenças cardiovasculares, precisamos reforçar a importância das medidas de prevenção e conscientizar a população. São quase 20 milhões de morte por ano e até 80% delas poderiam ser evitadas. Controlar fatores de risco é fundamental”, destaca o especialista. O diagnóstico deve ser realizado pelo médico e envolve sintomas habituais como dores abdominais ou de cabeça, dificuldades para comer ou digerir alimentos, enjoos, respiração agitada, insônia, frequência cardíaca irregular, sudorese excessiva, transtornos do sono e falta de concentração. Para quem deseja desacelerar o ritmo em busca de mais qualidade de vida, favorecendo a prevenção de problemas cardíacos, confira a lista do médico com 10 hábitos positivos e saudáveis para reduzir o estresse: 1- Durma bem, valorize os momentos de descanso e tente estabelecer uma rotina com horários para dormir e levantar 2- Sempre que possível, evite pessoas ou ambientes estressantes 3- Beba menos cafeína 4- Mantenha uma alimentação saudável 5- Aprenda a dizer não 6- Pratique esportes 7- Tenha momentos e atividades que sejam fontes de prazer, como um hobby, durante a semana 8- Pratique meditação 9- Aposte na música para relaxar 10- Mantenha contato com a natureza Fonte: Mais Clínica Últimos posts Brasileiro é o segundo mais estressado do mundo Pressão Arterial-Verdades e Mitos Hello world!
Pressão Arterial-Verdades e Mitos

Pressão Arterial-Verdades e Mitos Com o intuito de conscientizar as pessoas sobre a doença, que acomete 25% da população brasileira adulta, o cardiologista Antônio Alceu dos Santos, membro da SBC, citou os principais mitos e verdades que cercam a hipertensão. Confira: 1. Basta retirar o sal da comida para evitar o aumento da pressão arterial MITO. O sal que colocamos na comida é apenas um dos fatores de risco para a hipertensão. É preciso ficar alerta para o sódio contido em outros alimentos, principalmente os industrializados, como macarrões instantâneos, temperos prontos e lasanhas congeladas, que concentram quantidades altíssimas desse mineral. A quantidade de sódio dos alimentos merece atenção, já que o brasileiro consome, em média, o dobro da quantidade de sal recomendada pela OMS, 5g (uma colher de chá) diárias. 2. O estresse aumenta a pressão arterial VERDADE. O estresse aumenta a estimulação do sistema nervoso simpático e, consequentemente, provoca elevação da pressão arterial, redução da circulação do sangue nas coronárias, aumento do consumo de oxigênio pelo músculo cardíaco e instabilidade elétrica no coração, podendo ocasionar arritmias cardíacas e infarto. Para se ter uma ideia, cerca de 15% dos infartos são causados por uma situação de estresse repentino e intenso. 3. A hipertensão é mais comum entre as mulheres MITO. No Brasil, verifica-se uma prevalência da doença em 35,8% dos homens e em 30% das mulheres. Porém, após a menopausa, a situação se inverte, com maior preponderância da doença entre elas. Isso porque, nessa fase, há diminuição da produção de estrogênio, protetor natural do sistema arterial. 4. O álcool prejudica o controle da pressão arterial VERDADE. A relação está ligada à quantidade ingerida. O consumo excessivo de bebida alcoólica, claramente, eleva a PA e está associado a maior risco de morte por doenças cardíacas. Atualmente, recomenda-se que as pessoas que consumem bebidas alcoólicas o façam de maneira moderada, o que corresponde ao limite de uma dose diária para mulheres e duas para homens, considerando-se como dose uma garrafa pequena (long neck) ou lata de cerveja, uma taça de vinho ou uma dose de 50 mL de bebida destilada. 5. A hipertensão não apresenta sintomas VERDADE. Na maioria das vezes, ela não causa sintomas. Em pouquíssimos casos pode haver dor de cabeça, zumbido no ouvido, visão turva, tontura, dor no peito, palpitações, entre outros. Por isso, tome os remédios no horário prescrito pelo médico e NUNCA abandone o tratamento. 6. Quem tem pressão alta corre risco de infarto e outras doenças VERDADE. A hipertensão arterial é um fator de risco importante e independente para infarto. Quando a pessoa tem a pressão permanentemente alta, ou seja, sempre acima dos 14×9 mmHg, alguns órgãos podem ser afetados. No cérebro, por exemplo, pode ocorrer derrame. No coração, infarto. Os rins podem funcionar de modo insuficiente, sendo necessário realizar hemodiálise. Os olhos também podem sofrer cegueira súbita motivada pela hipertensão. 7. Hipertensão tem cura MITO. O fator hereditário está presente em mais de 90% dos casos e, nesses, a hipertensão arterial não pode ser curada. No entanto, pode e deve ser controlada. Fonte: Mais Clínica Últimos posts Pressão Arterial-Verdades e Mitos Hello world!